No auge dos anos 70, enquanto o Brasil vivia sob o peso de uma ditadura militar, um rugido elegante ecoava nos subúrbios do Rio de Janeiro. Gerson King Combo, o "James Brown Brasileiro", não trazia apenas o balanço do funk; ele trazia uma convocação. Ao cantar "Uma chance, só uma chance / Que eu te peço, brother / Para entrar em seu coração", Gerson não falava apenas de um afeto romântico. Ele falava de humanidade.